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Pupi Crystel e as publicações |
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Ortomolecular na prática
 · Doenças respiratórias: bronquite, rinite, asma Nessas situações crônicas, o corpo é bombardeado pelos radicais livres, pois o próprio organismo começa a produzi-los em excesso para combater a infecção respiratória. “Mas só uma pequena parte desses radicais é usada no combate à doença. O antioxidante é usado, nesse caso, para neutralizar a ação dos radicais livres excedentes”, explica Eduardo Gomes. As pesquisas apontam que, a longo prazo, a terapia ortomolecular ajudaria a aumentar a imunidade do corpo, amenizando futuras crises respiratórias.
· Diabetes
Juntamente com o endocrinologista, que faz o tratamento do diabetes, o médico ortomolecular pode auxiliar os pacientes diabéticos a manterem a doença sob controle, em muitos casos, até mesmo dispensando o uso diário de insulina e de medicamentos. “O tratamento ortomolecular protege e impede a glicação das proteínas. Essa reação reduz a função de enzimas e pode ser a responsável por complicações do diabetes, como a cegueira e a falta de circulação nas extremidades, como nos dedos e nos pés”, afirma o médico. O uso de antioxidantes ajudaria a combater os radicais livres, que são muito comuns no organismo do diabético devido à oscilação dos níveis de glicose. A terapia propõe o combate aos radicais por meio de dois caminhos: uma espécie de limpeza do organismo para eliminar os metais tóxicos, como chumbo e alumínio, quando necessário, e a reposição de antioxidantes, como vitaminas, sais minerais e aminoácidos. “Esses nutrientes podem ser repostos apenas com a mudança na alimentação do paciente, mas dependendo das necessidades de cada pessoa, é preciso que ela ingira uma quantidade maior de antioxidantes para proteger seu organismo”, defende Eduardo Gomes.
· Mal de Alzheimer e Parkinson
Uma das hipóteses para o aparecimento dessas doenças degenerativas do sistema nervoso central é a de que a amina - toxina produzida pelas carnes vermelhas e brancas - quando expostas a altos graus de temperaturas, tem um poder degenerativo sobre o cérebro, ocasionando esses males. “Muitas hipóteses para a origem destas doenças ainda estão sendo levantadas. Para quem já manifestou as doenças, os antioxidantes não vão curar estes males. Nesses casos, a terapia ortomolecular teria o poder de agir preventivamente. Como essas doenças têm ligação com o aumento de radicais livres, que oxidam as estruturas celulares, o tratamento proporcionaria uma proteção extra ao organismo”, explica Eduardo Gomes.
· Câncer
Nestes casos, a terapia ortomolecular apóia o tratamento oncológico convencional, é uma terapia complementar. “A reposição de antioxidantes serve para driblar os efeitos da quimioterapia e da radioterapia, atenuando seus efeitos e ainda preservando o restante do organismo, que fica debilitado com a agressividade do tratamento. Nas sessões de quimio e radio há uma alta produção de radicais livres”, diz o médico.
· Obesidade
Esta é a doença que mais atrai adeptos para a terapia ortomolecular. “Isso acontece porque, no combate à obesidade, o tratamento ortomolecular prega também a reeducação alimentar e não simplesmente a restrição de alguns alimentos. Caso haja falta de nutrientes importantes para o corpo, faz-se a suplementação, que também acaba ajudando a diminuir a ansiedade, a compulsão por doces, a falta de regulação do mecanismo de saciedade ou o nervosismo, características comuns em quem está em fase de emagrecimento”, explica o diretor das clínicas Anna Aslan.
Escrito por Ingrid às 00h58
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Síndrome da fadiga crônica

- “Ando muito cansado, doutor. De manhã, para levantar da cama é o maior sacrifício. Mal chego no trabalho, já quero voltar para casa.”
Os pacientes ficam tão prostrados que pentear os cabelos ou acompanhar um filme tornam-se tarefas penosas...
"Força!" É o que normalmente diríamos a um maratonista a poucos metros da reta final ou à pessoa que acaba de sofrer uma perda. E, em geral, o sujeito que precisa da força física ou psicológica responde ao estímulo, mesmo que leve algum tempo. “Mas incentivos desse tipo não surtem o menor efeito em portadores de fadiga crônica, síndrome que leva a pessoa a um grau de lentidão e cansaço avassalador. O cansaço é uma das cinco queixas mais freqüentes dos que procuram os clínicos gerais”, diz o geriatra Eduardo Gomes.
Diante de queixas como estas, cabe ao médico encontrar uma causa que justifique a falta de disposição. As mais comuns costumam ser: ·Doenças cardiovasculares (insuficiência cardíaca, arritmias, etc.);
·Doenças auto-imunes (lúpus, polimiosite, etc.); ·Doenças pulmonares (enfisema, quadros infecciosos, etc.); ·Doenças endócrinas (hipotireoidismo, diabetes, etc.); ·Doenças musculares e neurológicas; ·Apnéia do sono e narcolepsia; ·Abuso de álcool e outras drogas; ·Obesidade; ·Depressão e outros distúrbios psiquiátricos; ·Infecções; ·Tumores malignos. Equipe Anna Aslan
Escrito por Ingrid às 22h41
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Quinua no seu prato

Veja a deliciosa sugestão da nutricionista Mariana Reis, utilizando a quinua:
Hamburguer de Lentilhas com Quinua
Ingredientes
· 2 xícaras de lentilhas cozidas, escorridas e amassadas · 1 xícara de migalhas de pão integral · 1/2 xícara de quinua cozida (em água por 20 minutos) e escorrida · 1/2 cebola ralada · 3 colheres (sopa) de farinha de linhaça · 1 colher (chá) de tahine · Farinha de trigo integral · Azeite
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes, menos a farinha de trigo. Disponha-a em um prato e passe os hamburgueres nela. Aqueça uma frigideira anti-aderente. Coloque um fio de azeite e frite os hamburgueres, acrescentando gotas de azeite, se necessário.
Escrito por Ingrid às 22h39
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Quinua: um grão que vem ganhando espaço na mesa do brasileiro
 A quinua desembarcou aqui há pouco tempo. Foi a partir de 2004 que ela começou a ser importada do deserto Uyuni, nos Andes bolivianos. O local fica a 3.800 metros acima do nível do mar e no inverno a temperatura pode atingir 30 graus negativos. A quinua plantada em outros lugares não tem as mesmas características nutricionais desta, cultivada em seu local de origem, onde o solo, o clima, os ventos, a salinidade do ar e a altitude são muito peculiares. “A quinua, além de ser ótima fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico, vitaminas, minerais e gordura saudável, contém todos os aminoácidos essenciais que nosso corpo não fabrica e que são precursores das proteínas: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e arginina”, afirma a nutricionista Mariana Reis, da unidade de São Paulo da Rede de Clínicas Anna Aslan.
“Essas proteínas, formadas pelos aminoácidos, são indispensáveis para o melhor rendimento e elasticidade das fibras musculares, recuperação de tecidos e células, manutenção dos órgãos, da pele e do sistema imunológico, bem como para a produção de hormônios e enzimas”, destaca a nutricionista. Geralmente, um legume, uma verdura, um cereal ou uma fruta pode apresentar determinado aminoácido essencial em quantidade significativa e ter carência dos demais. A quinua reúne todos.
 1. Use o mínimo de sal no preparo dos alimentos, substituindo-o por temperos naturais como alho, salsinha, cebola, orégano, hortelã, limão, manjericão, gengibre, coentro e cominho;
2. Evite temperos industrializados como ketchup, mostarda, molho shoyu e caldos concentrados. Atenção para o aditivo glutamato monossódico, utilizado em alguns condimentos e nas sopas de pacote;
3. Cuidado com as conservas como picles, azeitona, aspargo, patês e palmito, enlatados como extrato de tomate, milho e ervilha - alimentos conservados em sal e os salgadinhos como batata frita, amendoim salgado, cajuzinho;
4. Evite carnes salgadas como bacalhau, charque, carne-seca e defumados;
5. Nunca tenha um saleiro à mesa. Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão
Escrito por Ingrid às 22h36
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